domingo, 2 de novembro de 2008

Aquela inspiração louca, absurda. Que te toma em um segundo, que é fugídia, que é intensa e faz cada fibra do seu corpo tremer e se excitar. Aquele poder que te consola e te faz grande; aquela sensação de segurança. O que está distante, o que é díficil de apalpar, o que se conecta em um outro plano - o que é imprevísivel, se sente, mas não se sabe o quanto irá durar. Aquilo que persigo, que me faz feliz, que me completa, que me faz entendível de mim mesmo.

Você, escrita. Pronto, escrevi, desabafei.

2 comentários:

Alice Agnelli disse...

Quisera eu saber descrever tão bem aquilo tudo que sinto.

Nem que fosse por um segundo de mera inspiração!

Luiz disse...

Esse seu útlimo texto tem um quê de Clarice. Pensando bem, um outro texto seu, "Personagens de uma história", também me lembrou um pouco.

"O que importa realmente é estar diante do papel em branco à espera das palavras que exprimam. Esse é que é o momento crucial" C. Lispector