terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A letter to Tulio

Dear Tulio,

I hope you know I'm copying your friend. This idea is not original - but, as I know you appreciate good initiatives, I might say you'll enjoy this one.

The new year is coming closer and I know the plans you have - even though you don't like planning life - can come true as you wish. That's not only that bullshit everybody will tell you after hugging you at midnight. That's for real.

Let life go as naturally as you can, don't try to predict anything, act as normally as possible - be all smiles and friendly, yes - and keep getting to know the people you like and need to be satisfied. Don't forget your goals, mostly your beliefs and the power people have to change everything at their own surroundings.

Party a lot, watch the greatest films, keep your works up to your neck, your routine as tirely as possible, keep dancing and singing badly. Get disappointed and brokenhearted. Just never stop listening. And getting emotional. Laugh, a lot, please.

Start your french. That's an order!

Try to starting running. Read more than you have been doing lately. Take the pictures you ever wanted. The causes you ever believed. Go to the places you ever fancied.

Be happy!

Yours,
Tulio

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Até quando essa palhaçada vai continuar?

Palhaçada. É assim que encaro o ataque massivo de Israel à Faixa de Gaza que redundou em mais de 300 mortos e sabe-se lá quantos milhares de feridos. Não que seja favorável à atuação do grupo de resistência islâmico Hamas, diga-se de passagem. Após o término do cessar-fogo entre israelenses e palestinos, o Hamas inciou um ataque de foguetes ao sul do território israelense - o que é apontado como o ponta pé incial para o recomeço da guerra.

Mas, como pertinentemente perguntou um dos âncoras da BBC de Londres, para uma autoridade israelense: " o que vocês pretendem com esse bombardeio desproporcional? no passado, há suficientes casos de bombardeios que exemplificam que esse tipo de atitude, além de ser fonte de mais resistência entre os palestinos, matou centenas de civis, destruiu instituições e a infra-estrutura de cidades sem se chegar a qualquer proximidade à paz desejada". A resposta do representante israelense me pareceu completamente estapafúrdia: " Não desejamos acabar com o Hamas e sim mostrar-lhes que existem limites a serem respeitados".

Que espécie de democracia é essa que usa da sua soberania de maneira tão terrorista como aquela que é apontada como tal? Que democracia faz uso da força para atingir seus objetivos? Que dá o troco na mesma moeda, joga o jogo de quem não sabe jogar? Que mata e hasteia sua bendeira no sangue? Quanta balela!

Israel não está nem um pouco interessado em entender a origem dos movimentos de resistência árabes. Como solucioná-los, como se chegar à raíz do problema. Bombardear vem primeiro. Até porque, para se entender a origem de tais movimentos, esbarra-se fundamentalmente na história de Israel. Estado criado em 1948 próximo à Palestina, já em 1949 ocupava 78% da Palestina histórica. Nas regiões ocupadas encontram-se nascentes de rios e zonas de recursos minerais. Limites não eram exatamente prioridades nesse período. Não houve nada que impedisse os israelenses de ampliar seu domínio na região - exceto o financiamento internacional. Israel passa então a existir como nação - de quebra, ainda fortemente amparada militarmente - e a Palestina, esta fica em frangalhos.

Parece bastante coerente: ano passado, o Líbano. Este ano a Palestina. Ano que vem sabe Deus quem. Talvez o Iêmen, que anda atraindo milhares de jovens para a resistência armada contra as ocupações americanas no Afeganistão e no Iraque, como assinala a edição desse mês da revista Le Monde Diplomatique Brasil. Qualquer lugar em que existam movimentos de resistência aos desmandos de Israel. Novamente, sou contrário a qualquer tipo de reivindicação que faça uso da força. Matar é perder a razão. Mas, para se entender o conflito, é necessário chegar ao centro do problema e não continuar aos rodeios para ofuscar o que é nítido.

Qualquer semelhança com o passado não é mera coincidência.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Um conto de Natal

Aquele era o dia mais quente do ano. No vai e vem da cozinha, os chinelos tilintavam apressados no piso de quadrados esbranquiçados; de dentro do forno, um calor suficiente para ocupar um cômodo inteiro e um odor embriagante anunciavam comida farta e cuidadosamente preparada. O prato do dia, o de sempre: aquela gorda leitoa com abacaxi, que em natais passados causara tanto espanto com seus olhos arregalados na boca de um dos convidados.

Do fundo da casa, sentindo falta do tradicional e sistemático zumbido que os embalava nas quentes noites de sono, e do som distante e sonolento do abre e fecha corriqueiro das portas, rispidamente ajustáveis a seus encaixes, os dois levantaram a cabeça de seus travesseiros e fizeram o primeiro contato com aquele velho ambiente. Pés quentes na gélida ardósia; era Natal.

O mais novo já estava pronto: cabelos desarrumados, uma camiseta regata velha, um short qualquer e os pés descalços. Antes de sair do quarto, pôde ouvir a voz ranheta e resmungona do velho à sala, causando-lhe preguiça. Ficaria no quarto? Poderia fingir dormir mais ou isso causaria incômodo? Saiu. Ela, espreguiçou-se lentamente. Que horas seriam agora? Estaria atrasada para o almoço? Sentiu preguiça de pensar que roupa vestir para conversar com as mulheres. A essa altura, ele já tomara sua decisão: introduzira-se, pegara seu livro e recostara-se no sofá ao lado.

Na sala de TV, os homens lançavam apostas sobre a vida, hipnotizados pelas imagens e pelo primo distante e seu "fraco" por mulheres mais novas. Enquanto isso, nos fundos da casa, ela informava-se sobre noivados, traições, regimes, doenças, separações e outros sem-fim de banalidades alheias. O mundo das celebridades - loiras e saradas - moda e tendências eram, também, assuntos da ordem do dia. Por quantos anos mais será assim?

- Qual é mesmo o nome do namorado daquela garota que estudou com você?

E logo a realidade interrompe seus devaneios. Estaria muito quieta? Deveria opinar ou seria melhor concordar? Quanto tempo ainda para o almoço?

Tudo transcorrera bem durante o almoço e lá estavam eles novamente à beira da piscina. Estatelados na cadeira de sol, as perguntas surgiam lentamente e as respostas, imprecisas e espaçadas, não raro eram interrompidas pela velhota simpática e estridente com suas intervenções pontuais: -Tira o cabelo do rosto, senão fica uma marca branca do sol!

A dúvida era sempre a mesma: o que fariam depois da meia noite? E rapidamente se desanimavam ante as opções. O fundinho de esperança forçosa que encobria a certeza de que nada iriam fazer se esvaia na primeira alternativa, afinal duplas sertanejas em puleiros improvisados já não faziam sentido. Pior, já não lhes despertavam nenhuma atração.

De repente, sentiram-se sós. A casa estava quieta e temeram que, talvez, já estivessem atrasados. O mormaço do final da tarde e o sossego da cozinha anunciavam que os quitutes já estavam devidamente preparados. Era hora do banho e a fila prenunciava os bate-bocas amigáveis e as tensões típicas da noite de Natal. Ela mal deixara o banheiro e ele entrara em seguida. O bafo quente da ducha somado ao espelho embaçado, às roupas e toalhas penduradas, às caixinhas das lentes de contato, desodorantes e maquiagens em cima da pia, sinalizavam toda a preparação que ocorrera ali. Deixou o banheiro ainda de toalha e antes mesmo de entrar no quarto pôde ouvir o chiado do spray de cabelo que há tantos anos segurava os floquinhos de neve da cabeça da velhota. O suadouro característico, ressaltado pelos lábios cor-de-rosa, evidenciavam a ansiedade e a pressa em se aprontar no horário certo. Seu maior medo era atrapalhar o andamento da noite. Era velha e isso, por si só, já lhe causava imensos transtornos.

-Ói, ói, não adianta, não entra! Alarga a tira.

E aos poucos convencia-se de que teria de usar o mesmo e velho sapato dos Natais anteriores, aquele que ficava guardado no armário esperando os dias quentes.

-Vamos, vamos. Ainda não se trocou?! Tá tarde, já tá todo mundo lá, anda!

E assim começa novamente a correria; desta vez em direção às poses fixas em frente da câmera fotográfica. O local das fotos não variava muito, a farra ficava por conta das constantes trocas de posição. Todos prontos, coisas esquecidas recuperadas, era hora de ir.

Portão fechado e dentro da casa restava ainda um habitante em seu descanso. O cachorro, com seu desajeitado corpanzil, parecia representar muito bem o estado de espírito natalino. A boca aberta e as bochechas murchas pelo calor alternavam-se entre escassos momentos de animosidade, que quase sempre acabavam ao final do primeiro passeio no quarteirão, e o constante tédio e enfado, sinalizados pelas patas cruzadas no chão e o olhar cabisbaixo.

Restaria-lhe algum osso destroçado do jantar? A única certeza era o angu com ração do dia seguinte.

Por Tulio e Xenya

domingo, 21 de dezembro de 2008

Uma mulher, um homem, alguns amigos


Elis não se chamava Maria nem Madalena. Ainda assim, era digna de uma canção. Determinada, polêmica, hiperativa, destemida. Vivia entre o bêbado e a equilibrista. Algumas opiniões fortes - não raro desnecessárias - aqui, advertências pertinentes ali. Palpites cheios de gíria. Muita sinceridade, muito ativismo, muita impaciência com um mundo todo beirando o caos. Com razão, diga-se de passagem. Cuidado, as aparências enganam. Não soube tomar seu assento no trem azul e ver a vida passar - ainda bem, estamos agradecidos. Gracias a la vida.

Para bem ou para o mal, uma crítica. Quase um arrastão. Se veio para cantar, como gostava de admitir, de sobra vieram muitos percalços, inimigos, um país em frangalhos e muita bandeira para ser levantada. Conseguiu sua casa no campo, mas não se fez de rogada: desafiou a ditadura, a cultura enlatada que há pouco estava começando a ser imposta goela abaixo, entreguistas mexeriqueiros e jovens guardistas de bi-bi demais e ié-ié-ié, que era o que se pretendia, de menos.

Queria uma relação com a natureza e com os trabalhadores. Pois é. Não fazia parte do mundo das estrelas; seu palco era aquele que estivesse de acordo com seus valores. É, Elis, filha de D.Ercy, nessa transversal do tempo o mundo clama e pede ajuda, se todos fossem igual a você, certamente esse Brasil ousaria mais, o mundo dos artistas seria mais produtivo e Ivete - bom, a Ivete, nem sei se estaria por aí. Viva, bicho do mato com pimenta!


Hoje decidira encarar seus olhos. Aqueles, piscantes e difusos. Penetrantes. Antes, pensava que era prepotência; certa vez, cogitara até mesmo arrogância. Naquela tarde quente, de quase 40º, muita piscina, pele esticada e lombo ardendo, descobrira algumas afinidades com ele - que conhecia desde que nascera. Sempre o teve com muita consideração. E sabia ser esse um sentimento recíproco. Intimidade, nunca conquistara. Muito talvez por culpa sua. Queixava-se disso de vez em quando. Naquela tarde, entretanto, desafiara-se a si mesmo: não ia deixar-se levar pela vergonha, apreensão ou o medo de trocar as palavras, frases e de se intimidar com os habituais gaguejos. Falou. Chutou. Calou-se e respeitou o silêncio que tantas vezes tentara evitar, descontrolando-se. Cresceu e apareceu. Deu certo; dessa vez, aquele era um papo entre adultos.


Saíra para jantar com boas expectativas - não aquelas que estava acostumado a manter durante o período letivo, é claro. Mas outras. Mais sinceras, menos idealizantes e mais tolerantes. Frustrou-se. Mas não de um jeito ruim, que chegasse a incomodar. De um jeito sereno - e é aí que mora o perigo. Falaram asneiras, riram risadas sensíveis, olharam-se e voltaram ao passado demoradas vezes. Tinham sido uma turma feliz. Já não o eram mais. E vida que nos prega peças! Esbravejava. Sentiu saudades de seu mundinho. Tão longe que parece um sonho! Sentiu pena. Pena desses momentos desconexos, desses pensamentos desavisados, dessas pessoas queridas e anestesiadas. Pena de uma cidade tão bonita em um momento tão banal. O negócio é mesmo correr porque há muito espaço para isso - e pernas boas, o que é melhor.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Le Tourbillon


Uma relação amorosa entre três pessoas. Será possível? Desde pequeno, achava que não. Mas agora, depois de assistir a Jules e Jim me pego pensando mais uma vez no quão infinitas são as possibilidades que a vida pode nos oferecer e, ao mesmo tempo, em quão opressores são os padrões culturais e sociais que ditam regras e nos impedem de nos arriscarmos em aventuras, vivências e experiências que sejam maiores do que o que convencionalmente se vê por aí.

Não há respostas fáceis ou óbvias para esse tipo de pergunta. A menos que se viva nos ditames do certo ou errado. E nem é preciso que existam respostas. É preciso, ao contrário, sentir. E viver. E pensar, claro e sempre. O engraçado é constatar que, ao contrário do que se aprende desde pequeno, no decorrer do crescimento e da maturidade, o que surge cada vez mais são uma sequência de novidades, de questionamentos, de oportunidades e de momentos completamente diferentes e alternativos a tudo que se prevê desde muito cedo. Basta manter-se aberto.

Catherine era uma mulher intensa. Forte e frágil, decidida e vulnerável, corajosa e temerosa. Queria viver e amar e dessa combinação óbvia e audaciosa, não cessou em
meter-se em qualquer relação que lhe propiciasse prazer. Anos passados ao lado de Jules, meses ao lado de Jim. Noites ao lado de Albert e outros amantes. Tudo em resposta a seus desejos - sejam eles reais e palpáveis, sejam em resposta a desejos inatingíveis ou meramente para fazer ciúmes a Jim.

Jim, logo no começo classificado como garanhão, no final do filme mais nos parece uma pobre e ciumenta vítima de um amor muito maior do que é capaz de suportar. E é assim que tem de ser, pelo menos para Catherine. Jules, certamente a personagem que se conhecia com maior clareza, não exitou em permanecer ao lado de sua amada Catherine e de sua filha Sabine, mesmo que isso significasse vê-la com outros homens. Queria estar perto de sua amada. Apenas isso.

-A que preço? - eu me pergunto.

É a personagem que mais admiro no filme. Nobre, dedicada, clara. Feliz com suas escolhas. Certamente, foi quem aproveitou melhor todos os momentos passados juntos.

Voltando à pergunta do início do post, é incrível como Jules e Jim consegue traduzir o intraduzível que envolve as relações amorosas. Todo o clima de efemeridade, de consideração convivendo ao lado de mágoas, do que é bem conhecido ao estranhamento do imprevisível, todo esse sentimento de carpe diem é expresso de uma forma sincera, até mesmo ingênua. Um filme lindo, sobre a vida, sobre o amor e, acima de tudo, sobre a profundidade e o sedutor obscuro de todos os sentimentos humanos.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fim de semana, fim de semestre

A sala estava vazia como sempre. O chão, frio e liso, não estava menos do que empoeirado. O final de tarde e o vento gelado vindo da sacada, tão característicos, lhe faziam pensar ainda mais nos momentos que passara ali. Depois de tanto trabalho, era inevitável não se dar à dramas. E olha que eles nem faziam grande parte de sua vida; fora feliz ali, talvez como nunca antes. Olhou em volta: o abajour vermelho, uma prova viva pulsante e estridente de felicidade e lembrança, fitava-o sem vergonha.

O colchão azul, a essa altura já desgastado, precisando de um novo lençól, lhe fez pensar em quantas pessoas já tinham dormido ali. O chão, particularmente, não parecia o mesmo sem os cobertores pós-festas. Era muito mais aconchegante quando cheio de pessoas falantes e sonolentas, frenéticas e bêbadas. Pôde imaginar-se cansado, com as pernas pedindo para serem postas para cima, as roupas pedindo para serem lavadas, o corpo pedindo por um banho e a felicidade e a sensação de plenitude pedindo por uma boa noite de sono; no fim, ficavam conversando até tarde, até que fosse impossível ficar acordado e ir direto de encontro com as responsabilidades do dia seguinte. No fim, o banho ficava para depois - as conversas sinceras tinham preferência - e, não raro, os compromissos também.

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Caia uma garoa fina lá fora. Os prédios, altos e imponentes, espreitavam a pequenez de seu ser dentro de um dos milhares de carros a seu redor. Sentia uma angústia enorme no peito. Não era devido às reclamações do pai, que detestava aquela cidade. A isso já se acostumara. A angústia tinha outras causas; era diferente. Daquelas que não doem, não incomodam, que não se quer perder de vista: a angústia da felicidade. Olhava para fora e pensava no quanto tinha sido feliz ali. Em quantas pessoas fantásticas conhecera, no quanto mudara, quantas idéias o influenciaram, quantas músicas lhe emocionaram, quantos olhares foram perseguidos, quantas risadas lhe fizeram se sentir vivo...O quanto participar daquele mundinho, daquele microcósmos auri-roxo mudara sua vida em tão pouco tempo.

Definitivamente, viera para ficar.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Nostalgia anunciada

Saíra do banho e pegava-se olhando-se no espelho demoradamente. Demorava também a acreditar e a passar a escova nos cabelos ainda úmidos. Momentos alternavam-se em sua cabeça, como cenas de um roteiro que ainda não estava acabado. Orgulhava-se de estar ali. Orgulhava-se de quem se tornara. Orgulhava-se ainda mais, infinitamente e impossivelmente mais, de quem conhecera. De todas essas pessoas que completavam suas horas, seus sorrisos, sua vida inteiramente nova e ao mesmo tempo completamente velha.

Como se já tivesse sonhado com tudo isso, como se já tivesse previsto tudo que vivera em quase um ano há muito tempo atrás e alguém pudesse dar-lhe uma bofetada e traze-lo de volta para a realidade a qualquer minuto. Sonhara, profetizara. Muitas vezes desacreditara. Mas veio a vida e mostrou-lhe o que, no fundo, sempre confiara.

Veio a vida e apresentou-lhe pessoas maravilhosas, que aguentam horas de pé em uma quinta-feira ordinária, em um final de semestre dos mais atropelados, que fazem do pouco muito, que gritam e esperneiam quando uma música boa toca, que fazem declarações de madrugada e planos estratégicos dos mais sinceros possíveis. Veio a vida e rompeu mais uma vez com todas as suas previsões. Vieram bahianos, ribeirão-pretanos, artistas plásticos, mineiros e até campo-grandenses! E claro, os paulistanos. Vieram também os mais maravilhosos RIanos do mundo - sim, porque o mundo é pouco para todo esse Brasil.

E veio também um espelho quebrado que, caindo de uma altura considerável, pôs fim a toda essa nostalgia anunciada. Que venham agora também os próximos quatro anos porque eu decisivamente não posso mais esperar por eles!