quarta-feira, 7 de julho de 2010

Primeiro filme: Educação

A suposta necessidade de se ter de escolher entre os estudos e a diversão, como se quem estudasse não se divertisse ou como se existisse o tipo certo de diversão para o tipo certo de pessoa - o resto, meu amigo, não serve. A velha homogeneização de sempre. A rigidez de um sistema de ensino que nos faz quase detestar os estudos; uma moral tão sólida e hipócrita que por vezes nos torna pequenos. E sem forças.

No entanto, a lição de Jenny ainda é bonita. E verossímil. É ela quem decide viver de uma hora para outra e, a seu próprio custo, pagar para ver aonde seus sonhos a levariam. Por sorte, consegue escapar de um futuro conservador e apostar no que mais a caracterizaria: a sua ousadia em tentar o novo frente ao cristalizado. Quebrando a cara, vamos longe. Ou, parafraseando Felipe Abreu, da Originais Reprovados 2009: muitas vezes, de olhos fechados, enxergamos mais.

Um comentário:

Alice Agnelli disse...

cara, vi esse filme há um tempinho, mas gostei muito.

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eba, férias!
primeiro filme de muitos, suponho.

vou esperar pra ver qual será o próximo.

;)