domingo, 30 de outubro de 2011

PM - Pinturas no Museu

Telas que me emocionaram. Um dia gostoso em Paris com muito barulho em São Paulo. Computador, ligando dois mundos. Ansiedade e leveza juntas em dois mundos, em dois Tulios.

Miró - exeburante e ousado, bem psicodélico, bem alucinante, bem vivo.

Sonia Delaunay - supremacia das cores, pensando também na gemeotria de círculos.

Kandinsky - Parece quase infantil; bem lúdico.

Kupka - o meu favorito! Não conhecia a obra e é simplesmente genial, de uma presença absurda!

domingo, 2 de outubro de 2011

Maio de 68 - Uma Paris livre

Manifestação do maio de 68

Uma das mais de vinte barricadas feitas pelos estudantes


"A exaltação sobe de instante a instante. Das janelas, bandeiras vermelhas aparecem. Das sacadas, os jovens jogam flores vermelhas. Nós respondemos sutilmente: "A burguesia está conosco!". Estamos descontraídos, nenhum policial está à vista. É uma manifestação como nenhum de nós jamais vivera antes. É qualitativamente outra. O delírio ideológico tradicional está dissolvido. Não é uma multidão, agora trata-se de um corpo só. Nós não temos medo da sua ousadia porque nós estamos certos de sua lucidez. Estamos exultantes, mas na verdades nem um pouco surpresos. No fundo, é tudo muito normal: nós temos razão e nosso combate é justo. Tudo o que reivindicamos nos é devido.

Nós não sabemos mais nem ao menos aonde estamos. É tão exageradamente humano! As lágrimas surgem em nossos olhos antes mesmos que o gás lacrimogênio tenha sido disparado. Nisso vai tanto de cada um, em toda sua simplicidade, em toda sua natureza, que nós temos dificuldade de rotular essa cena. Revolta? Revolução?

[...] Aqui há vida. Aqui, somente vivendo, nós deslocamos a autoridade para as ruas [..] nós massacramos o poder do dinheiro em uma Paris livre."

Fonte: Mai 68.

Por dias, enfrentamentos com a polícia parisiense de dia....

...e de noite, atrás das barricadas

Nas faculdades: "Muito mais, a vida"

Assembléia geral do Movimento de 68 na Sorbonne ocupada